Líbia

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الجماهيرية العربية الليبية الشعبية الإشتراكية العظمى (Al-Jamāhīriyyah al-Arabiyyah al-Lībiyyah aš-Šabiyyah al-Ištirākiyyah al-Uthmā) Típico nome enorme que os árabes são fãs
Green Arab Islamic of Libya (resumindo)
Opressão Islâmica Verde de Libia (resumindo)
Bandeira da Líbia
Brasão de Armas da Líbia
Bandeira Brasão
Lema: Verde!
Hino nacional: Coronel Qaddafi Song

Localização de Opressão Islâmica Verde de Libia (resumindo)

Capital Trípoli (já foi Monópoli e Dípoli e está em processo para se tornar Tetrápoli)
Cidade mais populosa Ryad
Língua Árabe mal-falado
Religião oficial Islamismo
Governo Coronelismo
 - Faraó Muammar al-Gaddafi
Heróis Nacionais O Verde
Área  
 - Total Não importa o tamanho de um deserto km² 
 - Água (%) 10
Analfabetismo 99 
População 783 coitados e 20 camelos 
PIB per Capita
IDH
Moeda Cameldólar
Fuso horário EET (UTC+2)
Clima Desértico, sorte que da para navegar e fugir para a Europa
Website governamental www.verde.ly


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Cquote1.png Você quis dizer: Verde Cquote2.png
Google sobre Líbia
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Google sobre Líbia

Líbia se trata de um país da liga islâmica unificada por Saddam Hussein.

História[editar]

Antiguidade[editar]

Durante toda a história a Líbia foi aquela extensão de terra que povos como os romanos, bizantinos, vândalos (isso mesmo, eles constantemente atacam esse artigo), otomanos, persas, egípcios, cartagineses, tribos nômades que morriam de sede e fenícios sempre conquistaram e quando mostravam o mapa parecia ser um império frondoso de vastas terras, mas essa região nunca passou de muita areia e nunca foi difícil conquistá-la.

Império Bizantino[editar]

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Império Bizantino

Após eras sem nada acontecendo por lá, no século IV o Império Bizantino toma o controle da Líbia, mas a região continua desinteressante. Nessa época o faraó egípcio Ramsés II descreveu em seus papiros reais o líder líbio Mamaris Khadafis como "o chacal louco covarde do Ocidente".

Invasão árabe[editar]

Líbia, um belo país.

Após a queda do império romano, no século VII exércitos árabes conquistaram a Líbia, e introdução na região um novo hábito de extremismo religioso. Depois disso, vale mencionar nada aconteceu em nove séculos além de camelos, árabes, cimitarras e turbantes.

Império Otomano[editar]

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Império Otomano

No ano de 1517 legiões otomanas conquistaram a Líbia, ganhando o ódio dos líbios que naquela altura já eram todos islâmicos. O líder rebelde Marius Maximus Fagetus Gadafius acusou a república otomana de imperialismo. Mais tarde, um de seus netos, Marius Gayous Maximus Retardous Gadhafius acusou o Império Otomano de imperialismo. Essas denúncias foram ignoradas, porque o Império Otomano se auto-considerava imperialista por definição. Os otomanos descreviam os líderes da Líbia como "cães com diagnóstico de raiva e impulsos sexuais retrógrados".

Líbia Italiana[editar]

Os designers de bandeira estavam em greve por causa da maconha, e colocaram esses panos verdes nos postes e chamaram de bandeira da Líbia.

Mas a história mudou 180 graus quando a máfia italiana invadiu a Líbia em 1911 por algum interesse de Mussolini na caça de tartarugas, e também para elevar a moral na Primeira Guerra Mundial já que os italianos estavam levando derrotas uma atrás da outra na Europa, ganhar um território (mesmo que fosse a inútil Líbia) elevaria a moral do exército italiano (ou não). Os italianos foram aqueles quem encontraram marcos antigos interessantes de uma antiga civilizações de dinossauros, a evidência mais plausível dop elo perdido entre os humanos e os pokémons.

Independência[editar]

Em 1951, após a Segunda Guerra Mundial, a Líbia emergiu como um reino independente liderada pelo rei Idris. Em pleno século XX achando que a vida real fosse um jogo de RPG para ter reinos, o resultado não poderia ser diferente, em 1969 um golpe militar depõe o monarquismo e instaura a ditadura absolutista.

Regime de Kadifi[editar]

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Muammar al-Gaddafi
Kadafi recebendo influências do Lado Sombrio da Força.

Kadafi e seus colegas do exército depõem o rei na Revolução Verde de 1969. O povo líbio tinha cansado do estilo de governar de seus reis despóticos e tirânicos e quiseram dar uma chance a uma liga de coronéis despóticos e tirânicos. A história tem mostrado que os líbios são mais favoráveis a uma ditadura militar revolucionária que uma ditadura militar monárquica.

Em 1985, terroristas líbios matam a tiros o maior cientista do nosso tempo, o Dr. Emmett Brown. Tudo o que ele fez foi roubar plutônio. Felizmente Marty McFly foi capaz de voltar no tempo e reverter esses trágicos acontecimentos, para que eles nunca realmente acontecessem.

Caso Lockerbie[editar]

A Líbia também contribuiu substancialmente para a melhoria da segurança nas viagens aéreas após o benevolente ataque terrorista em 1988, onde demonstraram o quão fácil é - em teoria - para meia-dúzia de pé-rapados contrabandearem uma bomba a bordo de um avião comercial para detoná-lo em pleno voo acima de, digamos, na Escócia em Lockerbie, matando todos a bordo e alguns no chão. Esta iniciativa generosa foi inspiradora para encontrar uma maneira fácil, econômica e épica de bombardear a capital de algum país irritante.

Isolamento[editar]

Como as extradição dos terroristas líbios foi recusada, a ONU instituiu uma série de embargos econômicos e colocou a Líbia em 7 anos de isolamento, Kadifi achou que a Líbia não poderia ficar pior, mas ficou quando ele se viu proibido de trocar camelos por AK-47, e por isso acabou cedendo julgar os terroristas do caso Lockerbie.

Fatos recentes[editar]

Abater caças é hoje um dos principais entretenimentos líbios.

Em 2011 alguns marcianos começaram protestos na Praça Central de Cairo no Egito, eles drogaram o pessoal jovem e deu-lhes armas. Moaeoaommar Al-Kadafi concordou com a iniciativa marciana e decidiu que era hora de declarar guerra contra a Terra e começou o extermínio da raça humana a qual Kadafi considera impura e infiel.

Porém, tal qual seu tio Saddam Hussein, Kadafi foi encontrado num esgoto e sumariamente executado sob ordens de Bush (mesmo este não sendo mais presidente dos Estados Unidos na época, mas ainda continua líder dos maçons). Agora com o ex-ditador morto, a Líbia planeja se tornar um dos países mais miseráveis do norte da África na anarquia que foi instituída.

Geografia[editar]

A Líbia é composta 100% de deserto e pobreza, as classes mais privilegiadas da sociedade (aquelas que possuem expectativa de vida de 20 anos) vivem sempre no norte do país. O deserto ao sul é horrivelmente hostil a vida.

Nos desertos da Líbia já foram medidas temperaturas de 87 graus Celsius de dia e -20 graus Celsius de noite e vice-e-versa.

Subdivisões[editar]


Política[editar]

A política na região funciona como uma cópia mal-feita do Egito e da Arábia Saudita. A região é governada por faraós xiitas e sunitas que disputam em duas frontes o poder. O vencedor sempre povoa o norte, região mais decente, com água e permite uma fácil emigração à Europa.

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